Ampliando as relações através da educomunicação

A palestra de encerramento dos colóquios será no dia 19/03, às 19h e tem como tema “Práticas Pedagógicas Educomunicativas e isolamento social: perspectivas para ecossistemas educomunicativos” com a Dra. Ademilde Sartori (Educom Floripa/UDESC), com a mediação da Dra. Vanice dos Santos (UFPB). A Dra. Ademilde Sartori integra o grupo de pesquisa Educação, Comunicação e Tecnologia - Educom Floripa. Encontramos no ebook Percursos das ações extensionistas da FAED/UDESC, 2018-2019 o artigo A educomunicação na promoção da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão na FAED/UDESC, que apresenta o histórico de realização dos Colóquios de Educomunicação em Santa Catarina e conta a história do grupo de pesquisa Educom Floripa (CNPq/UDESC). O grupo é vinculado ao Programa de Pós-Graduação da Universidade do Estado de Santa Catarina (PPGE/UDESC), que é referência nacional em pesquisas no campo da Educomunicação. Vale acessar e saber mais sobre esta trajetória. Nos Colóquios 2021, como podem perceber, vamos ter muita conversa boa sobre educomunicação e sua aplicação nas mais diversas áreas. Convidamos você para acessar o site e fazer sua inscrição! Saiba mais sobre Educomunicação: Você sabe como surgiu a Educomunicação no Brasil? Fomos pesquisar e encontramos nos anais da ASSIBERCOM, nas publicações do XIV Congresso Internacional de Comunicação Ibercom 2015, um pouco desta história: “No Brasil, o campo de estudo que uniu as áreas da Educação e Comunicação surgiu na Universidade de São Paulo (USP), em 1996. No mesmo ano foi criado o Núcleo de Comunicação e Educação (NCE), que congrega pesquisadores engajados em temas que circundam as áreas citadas. Segundo o Profº Dr. Ismar de Oliveira Soares, Coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação da ECA/USPO, o conceito de Educomunicação está associado como um conjunto de ações destinadas a: 1) integrar às práticas educativas o estudo sistemático dos sistemas de comunicação; 2) criar e fortalecer ecossistemas comunicativos em espaços educativos (o que significa criar e rever as relações de comunicação na escola, entre direção, professores e alunos, bem como da escola para com a comunidade, criando sempre ambientes abertos e democráticos. Muitas das dinâmicas adotadas no Educom apontam para as contradições das formas autoritárias de comunicação); 3) melhorar o coeficiente expressivo e comunicativo das ações educativas. Com a revolução tecnológica, as possibilidades de comunicação expandiram-se e os educadores passaram a ter novas possibilidades de contribuir com o ensino em sala de aula, consequentemente, potencializando o processo didático-pedagógico. A inserção de aparatos tecnológicos ao ensino é essencial, pois amplia as possibilidades de aprendizado, além de exercitar novas capacidades e habilidades dos jovens, entretanto, essa aliança requer um cuidado de não apenas inserir uma nova tecnologia, mas de adaptá-la dentro de uma linha pedagógica.” O vídeo abaixo apresente, de modo lúdico, os primórdios da Educomunicação, com participação especial do Dr. Ismar de Oliveira Soares. Sinopse: uma história de amor, da relação entre a Comunicação e a Educação, surge após ambos se conhecerem em uma ONG e enfrentarem dificuldades para ensinar alunos da instituição. Ao reconhecerem que cada um pode se ajudar naquilo que sabe fazer de melhor, surge o relacionamento duradouro que gerou frutos. Assim nasce a Educomunicação. Sinopse escrita por Delcimar Ferreira. Produzido pela Primeira turma de Pós Graduação em Educomunicação da ECA/USP Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257) Fone: (48) 99616-7745 E-mail: coloquioeducomfloripa@gmail.com

Formação de professores no campo da educomunicação

Com o tema “Educomunicação e formação inicial de educadores”, Dra. Maria Teresa Quiroz (Universidade de Lima, Peru) abre as atividades do oitavo dia dos Colóquios, às 10h, do dia 19/03. A mediadora será a doutora Ademilde Sartori (UDESC). Em publicação, no site Brasil Escola, Jussara Borges, escreve que a Educomunicação é conceituada como o “método de ensino no qual a comunicação em massa e a mídia em geral são usadas como elemento de educação. É também um campo de convergência entre a educação e outras ciências humanas, que começou a surgir a partir dos anos 70, pela Escola de Comunicação e Artes da USP (Universidade de São Paulo)". Segundo Ismar de Oliveira Soares, coordenador e fundador do Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo (NCE/USP), precursor da educomunicação no Brasil, o trabalho docente voltado para as práticas de utilização de recursos da mídia torna os alunos críticos diante dos fatos sociais e dos meios de comunicação, “transformando o espaço escolar num grande espaço para a produção de rádio, música, revista, jornal, teatro, através de um processo democrático”. Mas é necessário “que os conceitos sejam produzidos de forma coerente com a verdade científica e coerente com os anseios da cidadania, associando-os. Isso é educomunicação”. A palestra “Educomunicação e formação inicial de educadores” vai nos inserir ainda mais neste campo e trará novas perspectivas na formação de educadores. Sobre a palestrante: Dra. Maria Teresa Queiroz É da Universidade de Lima - Peru. Doutora em Filosofia. Pesquisadora do Instituto de Investigação Científica. Com larga trajetória em tecnologias na educação, cultura midiática e digital. Colabora com o evento há vários anos, pois é referência histórica na área. Acesse o site! Confira a programação completa do evento e inscreva-se! Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257) Fone: (48) 99616-7745 E-mail: coloquioeducomfloripa@gmail.com

A educomunicação e suas possibilidades criativas

Com a palestra "O professor midiático em tempos de pandemia: novos conteúdos e habilidades, desafios e possibilidades criativas "O professor midiático em tempos de pandemia: novos conteúdos e habilidades, desafios e possibilidades criativas", ministrada pela Dra. Dulce Márcia Cruz (UFSC) e com a mediação da Msc. Mariana Roncale Martins, segue a programação dos colóquios no dia 16/03, às 9h. Você sabe qual a relação da mídia-educação com a educomunicação? Existem diferentes correntes teóricas, que usam diferentes nomenclaturas, para tratar as relações entre educação e comunicação, com suas especificidades e conexões. Termos como media education, media literacy, educação para os meios, leitura crítica da mídia, mídia-educação, educomunicação, entre outros, surgem ao longo da história desde as primeiras políticas públicas de análise sistemática de filmes no âmbito da educação formal, propostas a partir dos anos 1930 na Inglaterra (Soares, 2013). Recentemente a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) adotou a expressão Alfabetização Midiática e Informacional (AMI) como tentativa de harmonizar as diferentes vertentes em uma plataforma convergente de utilização (Wilson, Grizzle, Tuazon, Akyempong, & Cheung, 2013). Existem muitos pontos em comum que inspiram a apropriação das ideias de autores das diferentes linhas, entre elas, a educomunicação e a mídia-educação. A primeira foi definida a partir das práticas ibero-americanas de educadores e comunicadores populares, a segunda é derivada dos estudos europeus sobre a media education, ambas já foram utilizadas pela UNESCO para designar determinados parâmetros didáticos voltados à educação ante os efeitos da mídia. Cada uma possui seu percurso histórico e não são sinônimos, mas podem ser equivalentes em determinados aspectos. O importante é não haver purismo na escolha por uma ou outra, para, a partir das diversas influências das diferentes denominações, aprofundar a perspectiva teórica escolhida no âmbito de suas comunidades de pesquisa e prática. Um tema recente das pesquisas é a necessidade de competências comunicativas no ambiente virtual de aprendizagem, tema tratado no artigo A construção do professor midiático: o docente comunicador na educação a distância por videoconferência, de Dulce Márcia Cruz. A palestra "O professor midiático em tempos de pandemia: novos conteúdos e habilidades, desafios e possibilidades criativas" vai nos inserir ainda mais no campo da educomunicação e mídia-educação, trazendo novos horizontes para as práticas educomunicativas. Sobre a palestrante: Dra. Dulce Márcia Cruz É Professora Associada na Universidade Federal de Santa Catarina no Departamento de Metodologia de Ensino (MEN), na Universidade Aberta do Brasil e no Programa de Pós-Graduação em Educação do Centro de Ciências da Educação (CED). Líder do Grupo de Pesquisa EDUMÍDIA: Educação, Comunicação e Mídias no CNPq. Pesquisadora na área de Educação e Mídias, na interface entre a Comunicação, a Educação e a Linguagem: Letramentos, Games e educação. Atua na formação docente para as mídias digitais no ensino presencial e a distância; nas linguagens e narrativas na cultura digital; bem como nos processos, práticas de produção e análise dos gêneros digitais. Graduada em Comunicação Social (RTV) pela Fundação Armando Álvares Penteado (1980), mestre em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (1994) e doutora em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001). Bolsista Fulbright/Capes durante o doutorado-sanduíche no Departamento de Radio/Television/Film - Universidade doTexas, EUA (1998). Bolsista da Bieschöfliche Aktion Adveniat na Universidade de Navarra, Espanha (1982) e da JICA, na NHK TV, Japão (1984). Tem experiência profissional em TV como produtora, diretora, roteirista e editora de telejornais na TV Cultura de São Paulo e RBSTV. Lembramos que os eventos têm como tema central “Educomunicação em tempos de pandemia: práticas e desafios”. Clique aqui e confira toda programação. Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257) Fone: (48) 99616-7745 E-mail: coloquioeducomfloripa@gmail.com

Educomunicação na escola

No dia 12/03, às 09h, no VIII Colóquio Ibero-americano de Educomunicação e o IX Colóquio Catarinense de Educomunicação teremos a palestra: Educação remota e uso de tecnologias na educação: o que aprendemos, com a Dra. Sara Trindade da Universidade de Coimbra (Portugal) e como mediadora a professora Roxana Cabello (UnGS - Argentina). A rotina da maioria dos educadores mudou com a pandemia da covid-19 e trouxe uma realidade diferente, a qual não estávamos acostumados. Foi preciso adaptar as formas de ministrar os conteúdos com a implementação do ensino remoto. Lembramos que a principal característica do ensino remoto é a transmissão das aulas em tempo real, permitindo que o aluno observe, reflita e argumente sobre o assunto juntamente com o professor e a turma. Diferentemente da Educação a Distância (EAD), que trata do planejamento de cursos completamente ministrados à distância, prioritariamente com aulas gravadas, o ensino remoto veio como uma medida emergencial e temporária para que as instituições pudessem cumprir o cronograma escolar em tempo real. Para isso, muitas escolas utilizaram diversas tecnologias que possibilitam a interação ao vivo, como as plataformas Google Sala de Aula, Zoom, Skype, Google Hangouts, entre outras. Nós, educomunicadores, sabemos que não é de hoje que a tecnologia se tornou uma grande aliada da educação e, inclusive, passou a ser compreendida como uma das 10 competências gerais da BNCC. Com isso, o ensino remoto se une às inovações que já estavam rompendo com o modelo pedagógico tradicional, como a Educação 4.0 e a Sala de Aula Invertida, por exemplo, melhorando o desempenho do aluno e dinamizando o aprendizado. A Dra. Sara Trindade em sua palestra vai nos ajudar a entender melhor todo este contexto e seus aprendizados. Sobre a palestrante: Dra. Sara Trindade Doutora em História, Professora da Universidade de Coimbra, no departamento de História, Estudos Europeus, Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras. É investigadora no Grupo Humanidades Digitais e no Núcleo de Estudos em Pedagogia no Ensino Superior do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, UCoimbra, integrando a equipe de coordenação do referido Centro. Também é investigadora no Grupo Unidade Móvel de Investigação em Estudos do Local da UAB onde desenvolve projetos com mulheres encarceradas e educação pelo cinema. Participa de diversos grupos de pesquisa brasileiros em temas como formação de Professores, Tecnologias Educativas e Cinema na Educação. Acesse e confira as publicações da palestrante: Google Scholar Lembramos que os eventos têm como tema central “Educomunicação em tempos de pandemia: práticas e desafios”. Clique aqui e confira toda programação. Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257) Fone: (48) 99616-7745 E-mail: coloquioeducomfloripa@gmail.com

Educomunicação Socioambiental e os ODS estão na pauta do terceiro dia dos Colóquios

A palestra “A Educomunicação Socioambiental no contexto da Cultura Oceânica'' iniciará as atividades do terceiro dia dos Colóquios. Ela será ministrada pelo Dr. Leopoldo Cavaleri Gerhardinger, (PainelMar) e terá como mediador o professor Dr. Rafael Gué Martini. Você sabia que a Educomunicação Socioambiental é uma linha de ação do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA) que cuida da articulação de ações de comunicação para a Educação Ambiental? Ela proporciona meios interativos e democráticos de produção de conteúdo e disseminação de conhecimentos através da comunicação ambiental voltada para a sustentabilidade e disseminação de conhecimentos através da comunicação ambiental voltada para a sustentabilidade. Possui dois sentidos que lhe conferem extrema importância: o sentido de quem produz e transmite o conhecimento e aquele de quem recebe tais informações. Portanto é um campo do conhecimento que, através de um espaço comunicativo de massa, transmite os ensinamentos socioambientais. Ao falar de Educomunicação Socioambiental na cultura oceânica, os Colóquios também trazem a tona a temática dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), no ponto 14, que trata da Vida na água - Conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável . Sobre o palestrante: Dr. Leopoldo Cavaleri Gerhardinger É Secretário Executivo do Painel Brasileiro para o Futuro do Oceano (PainelMar) – PhD em Ambiente e Sociedade pela (Universidade Estadual de Campinas). Realiza pesquisa-ação em áreas costeiras e marinhas e atua com educomunicação no contexto das redes de conhecimento-ação. Doutor pelo Programa Interdisciplinar em Ambiente e Sociedade no Centro de Estudos Ambientais (NEPAM), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Possui graduação em Oceanografia (Universidade do Vale do Itajaí, Santa Catarina) e mestrado em Conservação (University College London, Reino Unido). Atualmente é bolsista de Pós Doutorado FAPESP no Instituto Oceanográfico da Universidade Estadual de São Paulo, no Laboratório de Manejo, Ecologia e Conservação Marinha. Deseja saber mais sobre o palestrante? Acesse aqui! Lembramos que os eventos têm como tema central “Educomunicação em tempos de pandemia: práticas e desafios”. Clique aqui e confira toda programação. Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257) Fone: (48) 99616-7745 E-mail: coloquioeducomfloripa@gmail.com

Boas práticas mundiais em EaD marcam o segundo dia dos Colóquios

O segundo dia (10/03) do VIII Colóquio Ibero-americano de Educomunicação e IX Colóquio Catarinense de Educomunicação inicia às 9h, com a palestra "Boas práticas mundiais em EAD em tempos de Covid: Lições e agenda futura". O palestrante será o Dr. José António Moreira e a mediadora a professora Ana Flávia Garcez. Sobre o conferencista: Dr. José António Moreira José António Moreira - Universidade Aberta de Portugal. Doutor em Educação. Coordenador do Núcleo de Estudos de Pedagogia do Ensino Superior na Universidade de Coimbra. Expert em educação on-line, inclusive para populações carcerárias. Academia Edu Na tarde deste dia será realizado o debate “Avaliação e perspectivas para educadores e estudantes: quando a distância foi a regra”. Com os seguintes debatedores: Dra. Daniela Melaré Vieira Barros (Universidade Aberta de Portugal), Dra. Jucimara Roesler (Grupo Tiradentes – Unit), Patrícia Fiuza (UFSC) e Graziela Giacomazzo (UFSC/UNESC) e a moderadora será a Professora Daniela Ramos (UFSC). Lembramos que os eventos têm como tema central “Educomunicação em tempos de pandemia: práticas e desafios”. Clique aqui e confira toda programação e faça sua inscrição. Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257) Fone: (48) 99616-7745 E-mail: coloquioeducomfloripa@gmail.com

Conferência de abertura do Colóquio terá como tema 'A tela multipartida: metáfora da Covid-19'

O VIII Colóquio Ibero-americano de Educomunicação e o IX Colóquio Catarinense de Educomunicação iniciará no dia 09 de março, às 10h com a conferência do Dr. Joan Ferrés I Prats, da Espanha. Sobre o conferencista: É professor, especialista em Comunicação Audiovisual e Educação e Doutor em Ciências da Informação. Espanhol, leciona na Universidade Pompeu Fabra (UPF) em Barcelona. É autor de livros traduzidos para o português e publicados no Brasil pela Artmed, como Televisão e Educação (1996), Vídeo e Educação (1996) e Televisão Subliminar (1998). Entre suas publicações mais recentes, destacam-se: Educar en una cultura del espectáculo (Paidós, 2000), La educación como industria del deseo: un nuevo estilo comunicativo (Gedisa, 2008) y Las pantallas y el cerebro emocional (Gedisa, 2014). Quer saber mais acesse: Google Scholar . Lembramos que o evento tem como tema central “Educomunicação em tempos de pandemia: práticas e desafios” e acontece de 09 a 19 de março. Clique aqui e confira toda programação. Ainda não fez sua inscrição? Acesse o site aqui e inscreva-se! Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257) Fone: (48) 99616-7745 E-mail: coloquioeducomfloripa@gmail.com

Colóquios abordam temáticas da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável (ODS)

O VIII Colóquio Ibero-americano de Educomunicação e o IX Colóquio Catarinense de Educomunicação 2021 têm como proposta temática “Educomunicação em tempos de pandemia: práticas e desafios”. Conectados às questões da atualidade, pretende-se discutir como articular Educação, Comunicação e Tecnologia de forma a assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, além de promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos, como prevê o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4), dentro da nova realidade que se apresenta. “ASSEGURAR A EDUCAÇÃO INCLUSIVA E EQUITATIVA E DE QUALIDADE, E PROMOVER OPORTUNIDADES DE APRENDIZAGEM AO LONGO DA VIDA PARA TODOS” Dentro das metas deste ODS para 2030 as discussões propostas contribuem para a meta 4.1, garantir que todas as meninas e meninos completem o ensino primário e secundário gratuito, equitativo e de qualidade e que alcancem resultados de aprendizagem pertinentes e efetivos; e a meta 4.7, garantir que todos os alunos adquiram conhecimentos e habilidades necessárias para promover o desenvolvimento sustentável, inclusive, entre outros, por meio da educação para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida sustentáveis, direitos humanos, igualdade de gênero, promoção de uma cultura de paz e não-violência, cidadania global, e valorização da diversidade cultural e da contribuição da cultura para o desenvolvimento sustentável. A Educomunicação tem uma função fundamental para a consecução dos ODS pois atua especialmente para a promoção da Alfabetização Midiática e Informacional (AMI), termo adotado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) que busca harmonizar as diferentes vertentes conceituais que envolvem essa área. O Movimento Nacional ODS Santa Catarina é parceiro na divulgação dos colóquios em sua rede de mais de 500 signatários, nas categorias empresas, instituições de ensino, organizações da sociedade civil, organizações de classe, pessoas físicas e poder público. Dessa forma, esse importante apoio irá promover o evento entre os atores que estão mobilizados pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no estado de Santa Catarina. O PainelMar também está presente apoiando com a divulgação em sua rede de instituições vinculadas ao ODS 14 - Vida na água e à gestão costeira-marinha, em especial no âmbito do projeto Horizonte Oceânico Brasileiro. Bem como todos os demais conferencistas, palestrantes e debatedores serão porta-vozes dos objetivos do desenvolvimento sustentável, principalmente, dentro do ODS 4 e ODS 14, além de outros temas abordados. Já se inscreveu no VIII Colóquio Ibero-americano de Educomunicação e o IX Colóquio Catarinense de Educomunicação, que será realizado de 09 a 19 de março? Clique aqui, conheça a programação e inscreva-se! Quer saber mais sobre os Colóquios acesse o release do evento. Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257) Fone: (48) 99616-7745 E-mail: coloquioeducomfloripa@gmail.com

Participe da Cobertura Colaborativa nos Colóquios

Inscreva-se! Atenção: O primeiro encontro dos participantes será no dia 08/02 às 18h. Saiba como se inscrever e conheça as modalidades de cobertura O primeiro encontro dos participantes será no dia 08/02 às 18h. Saiba como se inscrever, participar e conheça as modalidades de cobertura A Cobertura Colaborativa (Cob-Colab) é para os participantes do evento que desejarem fazer esta experiencia. O caminho é escrever-se no evento e logo após inscrever-se na Cob-Colab. Poderão participar pesquisadores, estudantes, profissionais de diferentes áreas e toda e qualquer pessoa acima de 18 anos que tenha interesse em se aprofundar em práticas educomunicativas e experienciar diferentes linguagens e ferramentas midiáticas. A partir das inscrições serão criadas equipes (com capacidade máxima de 20 pessoas em cada uma delas) para a realização (Cob-Colab) em quatro diferentes núcleos de produção: Vídeo, Design, Podcast e Textos para Web. Ao todo serão 12 horas de conteúdos práticos e formativos, com certificação ao final do projeto. Não serão necessários conhecimentos prévios por parte dos participantes e, cabe salientar, que a participação tem caráter estritamente voluntária. É importante ressaltar que a Cob-Colab iniciará a pré-produção em 8 de fevereiro, com um encontro inicial (2h) para dar as boas-vindas à equipe e, ao longo das semanas seguintes, os participantes passarão por formações específicas, conforme escolha e disponibilidade de cada um de acordo com o cronograma abaixo: Encontro Coletivo Inicial (2h): 08 de fevereiro, às 18h; Oficina de Design no Canva ( 02 aulas - Total: 4h): 10 e 12 de fevereiro (quarta e sexta), às 18h; Oficina de Texto para Web (02 aulas - Total: 4h): 16 e 18 de fevereiro, às 18h; Oficina de Podcast (02 aulas - Total: 4h): 22 e 24 de fevereiro, às 18h; Oficina de Vídeo (02 aulas - Total: 4h): 23 e 25 de Fevereiro (ter e qui), às 18h; Encontro Coletivo Final (2h): 04 de Março, às 18h. Além do ciclo de oficinas pré-evento, durante os oito dias dos Colóquios, os participantes poderão, como parte integrante da formação, registrar o Evento para a produção de peças gráficas, podcasts, vídeos para as redes sociais, textos e outros produtos a serem definidos pela equipe Cob-Colab. Ressalta-se a importância da participação e da colaboração para com o trabalho em equipe e a responsabilidade com prazos e trabalhos acordados. Esta etapa da produção prevê que cada participante tenha disponibilidade mínima de 4 horas. Abaixo as datas definidas: Evento ao vivo - Parte 1 - 09, 10, 11 e 12 de Março (ter a sex); Evento ao vivo - Parte 2 - 16 e 17 de Março (ter e qua); Socialização da Cobertura Colaborativa - 18 de Março (qui); Evento ao vivo - Parte 3 - 19 de Março (sex). Portanto, entre a fase de pré-produção (8h), produção e socialização final (4h), serão 12 horas de formação. Não sendo obrigatório: 1) a participação em todos os núcleos de produção, a não ser que seja um desejo do próprio participante; e 2) a participação na cobertura em todos os dias do Colóquio, evitando assim desgaste da equipe. Para a certificação é necessário a participação de 75% da carga horária prevista. Agora que você já se informou sobre a Cobertura colaborativa e deseja participar. Clique aqui e faça sua inscrição. INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Nome: Ademilde Silviera Sartori Fone: 48 991648162 E-mail: ademildesartori@gmail.com Nome: Rafael Gué Martini Fone: 48 991298990 E-mail: rafael.martini@udesc.br Assessoria de Comunicação: Olga Oliveira (004257)

Abertas inscrições para o VIII Colóquio Ibero-americano e IX Colóquio Catarinense de Educomunicação

Inovação e criatividade em tempos de pandemia são os destaques do evento. Se você é acadêmico, professor, pesquisador ou profissional na área da educação, este evento está sendo planejado e organizado para você, confira! A Educomunicação em tempos de pandemia: práticas e desafios é o tema dos colóquios, que ocorrem simultaneamente desde 2012, e que serão realizados em 2021 nos dias 09, 10, 11, 12, 16, 17, 18 e 19 de março, na modalidade online, com três horas de programação diária. O evento é realizado pela UDESC, Educom Floripa e ABPEducom SC com financiamento da Fundação de Amparo à Pesquisa e inovação do Estado de Santa Catarina (FAPESC), através do edital PROVENTOS de 2020. O objetivo dos eventos é difundir e ampliar a discussão em torno da temática das interfaces entre Educação e Comunicação. Especialmente por meio do aprofundamento na análise crítica das práticas pedagógicas educomunicativas, desenvolvidas em espaços escolares e não-escolares. Todas as discussões propostas perpassam a cultura digital, a formação de professores, o desenvolvimento de uma prática pedagógica vinculada aos modos de ser e de viver de uma infância e juventude conectadas. Essas discussões terão como pano de fundo as práticas desenvolvidas no contexto da pandemia da COVID-19, e os desafios que essa nova realidade trouxe à educação. É importante salientar que os eventos visam contribuir com as metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), propiciando reflexões, aprofundamento, debates e a socialização de pesquisas sobre diversos temas. A programação dos eventos se desenvolve ao longo de oito dias, com um total de 16 atividades que somam 24 horas. Serão contemplados, entre outros, o debate sobre a prática pedagógica na escola básica e em contextos socioambientais, levando em conta a Agenda 2030 do desenvolvimento sustentável. A reflexão sobre a incorporação dos avanços tecnológicos à educação, em contexto ibero-americano, estará presente na fala de convidados do Brasil, Peru, Espanha e Portugal O público-alvo dos eventos inclui pesquisadores, professores e estudantes das redes públicas e privadas de ensino básico, superior e de pós-graduação, agentes públicos municipais e profissionais da educomunicação. Os participantes poderão conferir ainda a apresentação de pesquisas recentes em âmbito de mestrado e doutorado envolvendo pesquisadores de diversos grupos, estudantes do ensino superior e pós-graduação, profissionais do campo da educomunicação e representantes das esferas municipais e estaduais. Os eventos terão duas grandes conferências, cinco palestras, socialização de pesquisas, quatro mesas redondas, sete debates e uma oficina. Sendo 10 palestrantes do Estado de Santa Catarina, dois de outros estados e cinco palestrantes estrangeiros. Toda a programação terá tradução em Libras. As conferências, palestras, painéis e debates irão compor artigos que serão reunidos em um livro do evento. Uma novidade deste ano é a Oficina de Cobertura Colaborativa, feita para e pelos inscritos. Poderão participar pesquisadores, estudantes, profissionais de diferentes áreas e toda e qualquer pessoa acima de 18 anos que tenha interesse em experienciar práticas educomunicativas, com uso de diferentes linguagens e ferramentas midiáticas. A proposta visa a criação de equipes (com capacidade máxima de 20 pessoas em cada uma delas) no total de 80 participantes para a realização da Cobertura Colaborativa (Cob-Colab) em quatro diferentes núcleos de produção: Vídeo, Design, Podcast e Textos para Web. Ao todo, serão 12 horas de conteúdos práticos e formativos, com certificação ao final do projeto. O evento conta também com as seguintes instituições parceiras: Associação Brasileira de Profissionais e Pesquisadores em Educomunicação (ABPEducom) Núcleo Regional de Santa Catarina; Laboratório de Educação Linguagem e Arte (LELA/UDESC); Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Planalto Catarinense (PPGE/UNIPLAC); Observatório Ibero-Americano de Educomunicação Bernunça n.0 (OIE Bernunça n.0); Grupo de Pesquisa Educação, Comunicação e Mídias (Edumídia/UFSC); Grupo de Pesquisa Mídia & Conhecimento (GPM&C/UFSC); Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Ensino de Filosofia e Educação Filosófica (NESEF/UNIPLAC); Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Educação e Cultura Digital (EducDigital) do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade do Extremo Sul Catarinense (PPGE/UNESC); Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Informação e Comunicação (PPGTIC/UFSC); Projeto Toninhas - UNIVILLE; Diretoria de Educação Fundamental da Secretaria de Educação de Florianópolis (DEF/PMF); e Movimento Nacional ODS Santa Catarina. Fica o convite para participação no VIII Colóquio Ibero-americano de Educomunicação e IX Colóquio Catarinense de Educomunicação que almeja, numa construção coletiva, criar um ambiente propício ao surgimento de ideias inovadoras. Conheça a programação do evento e realize sua inscrição no site www.educomfloripa.com.br até o dia 05/02/2021, para quem quiser participar da oficina, e até 08/03/2021, para quem vai participar só no período do evento. Para saber mais sobre o evento e conhecer a linha do tempo dos colóquios visite o site. SERVIÇO: O que: VIII Colóquio Ibero-americano de Educomunicação e o IX Colóquio Catarinense de Educomunicação Quem: Promovido pelo EDUCOM FLORIPA e parceiros Onde: Modalidade Online – Inscreva-se no site: https://www.educomfloripa.com.br/ Quando: 09, 10, 11, 12, 16, 17, 18 e 19 de março de 2021 (ver os horários na programação disponível no site do evento). Por quê: Com a temática Educomunicação em tempos de pandemia: práticas e desafios, os eventos têm como pano de fundo as práticas pedagógicas desenvolvidas no contexto da pandemia de COVID-19 e os desafios que essa nova realidade trouxe para a inclusão das tecnologias na educação. O objetivo central dos colóquios é difundir e ampliar a discussão em torno da temática em torno das possíveis interfaces entre Educação e Comunicação, buscando o aprofundamento do conhecimento na análise crítica das práticas pedagógicas educomunicativas desenvolvidas em espaços escolares e não-escolares. O público-alvo dos eventos inclui pesquisadores, professores e estudantes das redes públicas e privadas de ensino básico, superior e de pós-graduação, agentes públicos municipais e profissionais da educomunicação. Os participantes poderão conferir ainda a apresentação de pesquisas recentes em âmbito de mestrado e doutorado envolvendo pesquisadores de diversos grupos, estudantes do ensino superior e pós-graduação, profissionais do campo da educomunicação e representantes das esferas municipais e estaduais. INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Nome: Ademilde Silviera Sartori Fone: 48 991648162 E-mail: ademildesartori@gmail.com Nome: Rafael Gué Martini Fone: 48 991298990 E-mail: rafael.martini@udesc.br

Celebração e criatividade marcam eventos de Educomunicação em Joinville

Uma grande celebração, foi a definição que Ismar de Oliveira Soares deu para os eventos de educomunicação realizados dia 10 de novembro na UNIVILLE, em Joinville. O presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação (ABPEducom) celebrou, em sua palestra, a sétima oportunidade de encontro possibilitada pelo Colóquio Catarinense de Educomunicação. Também motivo de celebração seria o número crescente de pessoas interessadas pelo tema. Uma celebração que contou com o Coral da UDESC de Joinville, em uma bela apresentação de abertura. Maria Tereza Quiróz, palestrante internacional, ressaltou que as práticas educomunicativas focam antes nos indivíduos que nas tecnologias. Isso diferenciaria a educomunicação da perspectiva mais instrumental, cujo foco é no uso dos dispositivos tecnológicos apenas para produzir a comunicação. Ademilde Silveira Sartori, idealizadora dos colóquios, reforçou este aspecto ao comparar a educomunicação à um gesto de solidariedade, de afeto. “É se deixar tocar pelo outro e querer também neste processo tocar o outro, no sentido de uma mudança para uma cultura de paz, por uma sociedade melhor e por tempos menos temerosos”, concluiu a professora que é também coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UDESC. Após a fala dos palestrantes o público se reuniu nas rodas de diálogo, que aproximaram pesquisadores, produtores culturais, professores e representantes da sociedade civil em torno de um interesse comum: as experiências com educomunicação. Durante a tarde foram exibidos vários filmes resultantes de diversos projetos educomunicativos já realizados no estado. O convidado Ismar Soares assistiu a sessão atento às diversas expressões culturais. A diversidade das produções e projetos impressionou o pesquisador que considerou como a expressão de um trabalho sólido realizado na região. O último filme exibido lançou (mundialmente) o documentário "Memórias: quem conta essa história?”, resultado do projeto Resgatando Memórias, coordenado pela Associação de Defesa e Educação Ambiental (ADEA) de Itapoá/SC. O filme teve ótima receptividade do público, que se divertiu com as histórias de pescador e outras manifestações culturais registradas, como a prática do skate e a dança tradicional do Fandango. Em seguida, já no final do dia, representantes de algumas das seis oficinas realizadas durante o evento apresentaram resultados de práticas vivenciadas pelos alunos. A Oficina de Audiovisual: Cobertura Colaborativa, que reuniu uma equipe de jovens e adolescentes desde o início da manhã, apresentou uma síntese do evento. Vale a pena conferir o trabalho da garotada: Oficina de Rádio na Escola: Podcast - Nossa Rádio, Nossa Voz! Práticas Pedagógicas Educomunicativas e questões gênero (o resultado da oficina é a narração da animação): Animação na educação: Os eventos mostraram que o ecossistema da Baia Babitonga está mobilizado e com certeza teremos muitas e novas oportunidades de celebrações nos próximos anos. Fiquem ligados no Educom Floripa e seus parceiros e não percam a ocasião de nos reencontrarmos. Até breve! Confiram o Álbum de Fotos do Evento.

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